Para os padrões brasileiros, o Fusca nem é um carro tão pequeno assim. Com pouco mais de 4 m de comprimento, ele é até maior que vários hatches compactos atuais. Mas para mercado dos Estados Unidos, ávido consumidor de picapes, SUVs e sedãs de grande porte, o modelo é quase um microcarro. Há, porém, uma exceção à regra.
Cansada de se sentir intimidado por outros veículos no trânsito, a família Tupper construiu um Fusca 40% maior que o original. Para colocar a ideia em prática, um exemplar convencional, produzido em 1959, foi totalmente digitalizado. Assista ao vídeo do modelo!
Com as peças construídas sob medida com a ajuda de uma impressora 3D, a carroceria foi montada sobre um chassi da picape Dodge Magnum. O motor também tem origem Chrysler: trata-se de um V8 Hemi 5.7 com cerca de 350 cv de potência.
Depois de pronto, o veículo foi batizado de Huge Bug. Vale lembrar que, nos Estados Unidos, o Fusca é popularmente conhecido como Bug, que significa inseto. Logo, o exemplar dos Tupper tem um nome não muito diferente de Bizorrão, como ficou conhecida a versão 1.600 S no Brasil.
Parece uma miniatura ao lado de um modelo convencional, mas é o contrário
O Huge Bug é uma réplica fiel do Fusca, só que em escala 40% maior. O que mais chama a atenção no veículo é a atenção aos detalhes: o painel, por exemplo, é fiel ao do modelo original. Os criadores tomara, o cuidado até de instalar mais instrumentos atrás de uma espécie de portinhola, para não comprometer a autenticidade do visual.
Fusca gigante deveria ser ainda maior
Inicialmente, a família Tupper pretendia construir um Fusca 50% maior que o original. Porém, desistiram da ideia por questões práticas: um veículo tão grande não seria suportado pelo tamanho padrão das faixas de rolamento do país. De qualquer modo, ninguém deve se sentir intimidado a bordo do Huge Bug.
Conheça os diferenciais dos produtos SAJ da Softplan para a Justiça
Quando alguém fala de SAJ, o que vem à sua mente? Para a maior parte dos advogados e advogadas, a palavra SAJ logo remete ao sistema utilizado por diversos tribunais brasileiros. O e-SAJ. Contudo, este não é o único produto SAJ desenvolvido pela Softplan. Afinal, nós não podemos nos esquecer do SAJ ADV, o software jurídico para a gestão de escritórios de advocacia.
Você conhece bem cada um deles?
Nossa intenção aqui é mostrar a você um pouco de cada um desses produtos e seus diferenciais. E mostrar, desse modo, o quanto a Softplan investe nesses 29 anos de sua existência para a transformação no ecossistema da justiça brasileira!
Softplan: a maior Lawtech da América Latina em busca da transformação no Direito
A Softplan é uma das maiores lawtechs na América Latina. Hoje, a empresa conta com quase 2 mil colaboradores no desenvolvimento de tecnologia não apenas para o setor jurídico. Hoje, são os ramos de atuação da Softplan:
Gestão Pública;
Indústria da Construção;
Justiça;
Saúde.
Para cada uma das áreas, há diversos produtos que oferecem soluções tecnológicas para diferentes perfis de empresas e atuações.
A advogada Danielle Hanum, por exemplo, conheceu o SAJ ADV através do Sienge, sistema de gestão de obras bastante utilizado por seus clientes. E por conhecer a qualidade do serviço dos produtos Softplan é que teve segurança para optar pelo SAJ ADV para a gestão de seus próprios processos.
Produtos Softplan para a Justiça
O ramo da Justiça entre os produtos Softplan é um dos mais conhecidos. E isto se deve à adoção de vários tribunais brasileiros ao sistema SAJ. Contudo, não foi o primeiro.
A história da Softplan se inicia em 1990, com o lançamento do Sienge. E apenas em 1993, vem o primeiro cliente no ramo da Justiça: o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).
Hoje, são pelo menos X produtos disponíveis no segmento:
SAJ Tribunais: solução que visa diminuir o tempo de tramitação dos processos (até 90% mais rápida) por meio da facilitação de atividades burocráticas. Hoje, os tribunais com SAJ somam 43% de todos os processos da Justiça Estadual brasileira.
SAJ Procuradorias: solução para gestão e realização de atividades relativas à Execução Fiscal, ao Contencioso Judicial e aos Processos Administrativos Consultivos.
SAJ Ministérios Públicos: sistema para gestão e integração do trabalho de promotores, procuradores e servidos do MP.
SAJ Insights: ferramenta para instituição da Justiça com Analytics e Big Data.
SAJ Diligências Digitais: sistema de distribuição de mandados e envio de certidões para Oficiais de Justiça.
SAJ ADV: software jurídico com inteligência artificial para a gestão de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos.
Convex: plataforma de análise de jurimetria e legal analytics.
Peticiona: ferramenta de peticionamento eletrônico.
Tribunais brasileiros que utilizam o E-SAJ
Como vimos em outro artigo, sobre as intimações eletrônicas nos diferentes tribunais brasileiros, existem variados sistemas, cada qual com suas particularidade.
O sistema desenvolvido pela Softplan para tribunais foi atualizado recentemente. E hoje está na chamada versão SAJ 6, cujas novidades serão melhor exploradas mais abaixo.
Conforme a página da Softplan:
A missão de todos os Tribunais é distribuir Justiça. Mais de 100 milhões de processos judiciais tramitam no Brasil, sinal de que os cidadãos conhecem cada vez mais seus direitos e fazem questão de tê-los garantidos. As Cortes brasileiras estão sempre em busca dos mais altos Índices de Atendimento à Demanda (IAD) e de uma maior eficiência operacional. Exemplos reais demonstram o aumento expressivo de produtividade e qualidade de vida nos Tribunais, que promoveram um atendimento mais célere e justo ao cidadão.
Para protocolo e busca de advogados e advogadas, além das partes dos processos, o sistema é acessível por meio do Portal e-SAJ. Lá, você realizar buscas pela numeração e instância, além do peticionamento eletrônico.
Confira, então, alguns dos tribunais que utilizam o e-SAJ!
Tribunal de Justiça de São Paulo – TJSP
Em 1874, foi instalada a primeira versão do TJSP, embora, à época o tribunal atendesse tanto a São Paulo quanto ao Paraná. Apenas em 1891 realizou-se a separação, quando passou a se chamar, oficial, Tribunal de Justiça de São Paulo.
O TJSP não é apenas o maior do Brasil em questão de volume de processos: é o maior do mundo. O número de processos em trâmite no tribunal representa 26% de todos os processos da Justiça Brasileira. Ou seja, é bastante processo, o que exige também um sistema à altura, como o e-SAJ.
O número de ações demandadas no judiciário estadual paulista corresponde a 26% do total de processos em andamento em toda a Justiça brasileira, incluindo cortes federais e tribunais superiores (dados do relatório “Justiça em Números 2018”, produzido pelo Conselho Nacional de Justiça). Consequentemente, é o tribunal com a maior força de trabalho: 2,6 mil magistrados e aproximadamente 43 mil servidores, em 319 comarcas do Estado.
Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul – TJMS
A missão do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul é a “prestação jurisdicional efetiva e transparente”. E para isso, nada mais coerente que um sistema que ofereça essa possibilidade.
De acordo com a página de acesso ao sistema SAJ do TJMS:
O portal e-SAJ é uma solução que visa facilitar a troca de informações e agilizar o trâmite processual por meio de diversos serviços WEB voltados para os advogados, cidadãos e serventuários da justiça.
A página oferece desde consultas e peticionamentos a orientações aos advogados e advogadas sobre os procedimentos de peticionamento eletrônico e consulta de informações sobre os processos digitais de forma diferenciada. Assim, tanto as partes quanto os advogados podem acessar os processos de acordo com as finalidades do acesso.
Tribunal de Justiça da Bahia – TJBA
Composto por 60 desembargadores, o Tribunal de Justiça da Bahia também possui expressão no cenário jurídico brasileiro.
Tribunal de Justiça de Santa Catarina – TJSC
Até 2019, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina também utilizava o sistema SAJ. Contudo, o sistema utilizado foi modificado para o Eproc.
Apesar disso, o Portal e-saj TJSC continua ativo para consulta processual. Portanto, apenas o protocolo de ações originárias de competência do segundo grau de jurisdição passarão a ser protocolizadas no sistema Eproc.
No portal, ainda é possível visualizar cálculo e imprimir boletos de recolhimento de custas processuais, emitir guias de depósito judicial, acessar o push, e consultar intimações e citações eletrônicas.
SAJ 6: a evolução dos sistemas para tribunais
Segundo a Softplan:
Na primeira onda de revolução, ajudamos a transformar a Justiça brasileira com o processo digital.
Agora, queremos ir além, trazendo os conceitos de processamento em nuvem, user experience, inteligência artificial, plataforma e mobilidade. Vamos juntos?
O SAJ 6, portanto, é a sexta versão do software de gestão processual para tribunais desenvolvido pela Softplan.
Por ser um sistema em nuvem, como o SAJ ADV, é acessível a qualquer hora e lugar. E esta característica se mostrou indispensável diante do cenário atual de pandemia. Afinal, permitiu o acesso remoto às informações processuais e com toda a segurança do sistema SAJ. E ainda melhor: também é acessível por celulares.
Além disso, o sistema passou por adequações de usabilidade. E desse modo, ficou ainda mais fácil de ser utilizado. A grande novidade, contudo, ainda fica por conta da inteligência artificial. Isto significa um trabalho mais otimizado e com mais dados, por meio de analytics.
SAJ ADV: os benefícios da tecnologia também para escritórios de advocacia e departamentos jurídicos
Por fim, mas não menos importante, o SAJ ADV é um produto powered by Softplan e que veio para revolucionar a gestão na Justiça Privada. Toda a praticidade que os demais sistemas SAJ trazem para os tribunais, o SAJ ADV, enquanto sistema de gestão, traz para os escritórios de advocacia e para os departamentos jurídicos.
A inteligência artificial é um dos grandes diferenciais do sistema, o que proporciona mais agilidade e segurança na gestão de processos e prazos. Mas o sistema ainda oferece outros benefícios, como um propositor de documentos, para otimização na produção de peça, área do cliente, calendário intuitivo, gestão financeira e geração de relatórios.
Tudo isso, vem com a segurança de um produto desenvolvido por uma das maiores lawtechs da América Latina e como o objetivo de melhor a Justiça Brasileira.
Atenção, no entanto. Embora o SAJ ADV e o SAJ Tribunais sejam desenvolvidos pela Softplan, não há comunicação de informações entre eles!
Quer saber tudo sobre tecnologia para a Justiça Brasileira? Faça abaixo seu cadastro e receba os materiais exclusivos do SAJ ADV em seu e-mail.
Na China, um Baic BJEV EC5 explodiu durante uma recarga de bateria. O fato aconteceu num estacionamento da cidade de Sanming, na China. No vídeo (que você confere abaixo), é possível notar que o carro elétrico estacionado já está sendo resfriado, com água, pelos bombeiros. Porém, segundos depois, acontece a explosão.
Portas, tampa do porta-malas e outros componentes do SUV compacto ficaram espalhados pelo local. Felizmente, as chamas foram contidas e ninguém se feriu. Outros veículos estacionados nas proximidades também ficaram ilesos.
O que mais impressiona é a falta de conhecimento dos bombeiros. Ainda mais em se tratando de China, onde modelos com propulsão elétrica são mais comuns. O fato é que água jamais deve entrar em contato com lítio (material presente na bateria do carro). Essa combinação pode liberar hidrogênio gasoso – altamente inflamável. Por isso, o alto risco de incêndio.
Que carro é esse?
O modelo trata-se da versão elétrica do BAIC X25, produzido localmente pela Beijing Automotive Industry Corporation. Sua motorização é composta por um propulsor elétrico com potência de 107 cv. As baterias são capazes de render autonomia superior a 400 quilômetros. Por lá, foi lançado tem pouco mais de um ano.
Tipos de propulsão
Para explicar a diferença entre motorização elétrica, híbrida e híbrida plug-in, vale uma breve explicação. A primeira delas – esta que equipa o carro chinês em questão – trabalha apenas com propulsor elétrico. Não há qualquer consumo de combustível e, consequentemente, a emissão de gases poluentes é zero.
Além de recarga por meio de baterias, esse tipo de veículo também tem carga regenerada quando o veículo desacelera ou freia. Hoje em dia, há modelos que rondam os 600 km de autonomia com uma única carga.
Os híbridos convencionais usam dois tipos de motor, um elétrico e outro a combustão. Uma das vantagens dessa tecnologia é a redução no consumo de combustível do veículo e o menor índice de emissão de gases poluentes. Aqui, o uso do motor elétrico diminui o tempo de funcionamento do populsor a combustão.
Em alguns modelos, a função do motor elétrico é apenas auxiliar o motor a combustão. Porém, outros, há condução exclusivamente elétrica. Contudo, carro híbrido não pode ser recarregado em tomadas.
O contrário acontece nos modelos dotados de tecnologia plug-in. Como a própria denominação sugere, os modelos híbridos plug-in podem ser carregados externamente por meio de ligação à rede elétrica. Neles, é possível transitar exclusivamente com a energia do motor elétrico. Finda sua carga, o motor passa a ser alimentado com a energia gerada pelo motor a combustão. Também usa a energia desperdiçada durante as frenagens como recarga.
Inscreva-se no canal do Jornal do Carro no YouTube
Veja vídeos de testes de carros e motos, lançamentos, panoramas, análises, entrevistas e o que acontece no mundo automotivo em outros países!
O canal Warped Perception (nome que significa algo como Percepção Distorcida) já havia instalado uma câmera dentro de um pneu e deu uma volta de carro com ela para mostrar como o componente se comportava. Agora, foi além: levou o pneu ao extremo do desgaste até explodi-lo com uma manobra chamada burnout.
A câmera instalada dentro do pneu foi instalada no pneu traseiro de um Mercedes-Benz Classe E todo depenado! A partir daí, começa a destruição. Inicialmente, mesmo com os pneus se transformando em uma espessa fumaça ao redor do carro, tudo está tranquilo dentro dele: apenas algumas vibrações são notadas.
A coisa começa a ficar mais feia quando o pneu começa a se desintegrar até que acontece uma explosão que coloca um fim nele e na câmera.
Câmera dentro do pneuCarro destracionando: o burnout
Fotos: Reprodução | Youtube
Produtos e ofertas
Pneu furou? Não fique esperando socorro ou utilizando macaco e estepe. Confira essas sugestões de reparadores instantâneos de pneu: é só rosquear, apertar e pronto!
Você já mensurou os resultados do seu escritório de advocacia e analisou qual a real eficiência do seu trabalho? Para fazer essa análise é importante entender quais as métricas na advocacia que podem te dar esse panorama.
Muitos escritórios não entendem a necessidade de acompanhamento e análise de métricas. Isso ocorre porque, muitos escritórios ainda não se veem como empresas.
Sabendo que sim, um escritório de advocacia é uma empresa, se passa a avaliar o desempenho das ações do escritório. Essa análise, no entanto, tem um objetivo: o crescimento do escritório.
Depois de entender a importância das métricas, chega o momento de analisar quais são as métricas que podem ser mensuradas na advocacia.
Métricas de gestão na advocacia
Existem diversas métricas na advocacia que o seu escritório pode acompanhar. O ponto é então, definir quais as métricas que seu escritório deseja acompanhar. Isso vai depender, é claro, dos seus objetivos.
Isto é, não é necessário que seu escritório acompanhe todas as métricas que vou apresentar neste artigo, mas que você saiba definir qual a métrica que vai te ajudar a crescer nesse momento, ou seja, o trabalho aqui é priorizar.
Você pode metrificar, por exemplo, as horas dos seus colaboradores, o tempo que um cliente permanece na sua empresa, o quanto você gasta para conseguir novos clientes e até os gastos vs lucros do seu escritório.
Gestão financeira para escritório de advocacia
Algumas métricas na advocacia impactam diretamente a lucratividade do escritório. Mensurar essas métricas, portanto, é atividade indispensável em uma boa gestão financeira.
Gastos do escritório
Quando se fala de gestão financeira, os primeiros dados a se analisar são os gastos. Quanto o seu escritório gasta normalmente? Para isso, é importante fazer um orçamento e um planejamento financeiro.
Para começar o planejamento financeiro, então, é necessário anotar todos os gastos do seu escritório. Depois disso, é hora de analisar onde você pode cortar os gastos, onde está sendo gasto mais do que o necessário. É só depois dessa análise que você consegue começar a prever gastos e elaborar um orçamento.
Você pode fazer esse acompanhamento de gastos por meio de agendas financeiras, planilhas de controle financeiro ou então com um software jurídico.
Custo por Aquisição de Clientes
Muito utilizada em empresas de diversos segmentos, o Custo por aquisição de clientes (CAC) é uma métrica que te indica exatamente o que o nome diz: quanto você gasta para conseguir novos clientes.
Essa métrica é importante pois ajuda a analisar a saúde financeira do seu escritório. Com ela você soma os gastos com marketing e vendas e divide pelos clientes que seu escritório ganhou.
Retorno sobre investimento
Uma outra métrica que pode ser aplicada na advocacia é o retorno sobre investimento. Ela indica o quanto os investimentos que você faz no seu escritório estão trazendo retorno para seu escritório.
Para fazer esse cálculo, basta somar as receitas e tirar os investimentos, depois dividir pelos investimentos.
ROI = (receita-investimento)/investimento
Com essa métrica na advocacia você identifica o quanto os seus investimentos estão sendo positivos para o seu escritório, além de analisar qual dos investimentos você pode eliminar ou substituir. Isto é, você consegue controlar com mais segurança onde seu dinheiro é gasto.
Inadimplência
Além dessas já apresentadas, uma métrica na advocacia que não pode de maneira alguma ser desconsiderada é a inadimplência. Isto é, quais clientes estão em dívida com você.
Esses dados afetam diretamente a saúde financeira do seu escritório de advocacia. Veja, se os seus clientes não te pagam, fica mais difícil realizar o pagamento dos funcionários e ainda mais investir em inovações e ferramentas de gestão, como um software jurídico. Sem contar o risco do fechamento de portas do escritório ou altas dívidas.
O índice de inadimplência é o valor correspondente ao percentual de operações com atraso de mais de 90 dias e menos de 180 dias. Para calcular esse índice basta fazer o cálculo:
Valor inadimplente/ faturamento total x 100
Todas essas métricas podem te trazer insights que te guiaram para administrar o crescimento do seu escritório. Ou seja, com esses dados, você consegue visualizar as receitas e despesas do escritório e fazer planejamentos para que o seu escritório seja cada vez mais lucrativo.
Métricas de Gestão de pessoas na advocacia
Assim como as métricas para controle financeiro do escritório de advocacia, existem métricas que, apesar de também impactarem na saúde financeira do escritório, não são diretamente sobre o financeiro.
São as métricas que te permitem acompanhar o desenvolvimento do principal pilar do seu escritório: as pessoas.
Acompanhar o quanto os seus colaboradores são produtivos e outros indicadores acerca deles te permite não só identificar o “quanto o seu funcionário trabalha” mas também o quanto ele se importa e está feliz trabalhando no seu escritório.
É importante sempre lembrar, quanto mais qualidade de vida o seu funcionário tem, mais produtivo ele é!
Mas vamos ao assunto que interessa: as métricas na advocacia que te permitem identificar o que está bom e onde você e seus colaboradores podem melhorar.
Produtividade na advocacia
Como falamos acima, é possível medir a produtividade dos seus colaboradores. Isso não significa que um colaborador que, um colaborador que não esteja produzindo o esperado deverá ser punido de alguma maneira. Pelo contrário!
Essa métrica na advocacia é importante para identificar se o seu funcionário está com alguma dificuldade ou se algo que está acontecendo na empresa o está desanimando. Isto é, com o acompanhamento da produtividade, você identifica os “gaps” e consegue agir de maneira rápida para supri-los.
Isto é, de acordo com a produtividade é possível investir em cursos, treinamentos e Workshops e formar um time de alta performance.
Para essa métrica existem algumas ferramentas que podem te auxiliar, como softwares jurídicos, onde você pode gerar relatórios acerca das entregas dos colaboradores em suas respectivas áreas.
Taxa de rotatividade dos profissionais
Altas taxas de rotatividade de profissionais pode trazer alguns prejuízos para escritórios de advocacia. Isso porque, devido a sua estrutura de sociedade simples, quando um advogado deixa um escritório, em grande parte das vezes ele leva consigo os clientes.
Você consegue perceber o quanto essa taxa se conecta com a métrica anterior? Veja, a taxa de rotativa é menor em escritórios que possuem chances de desenvolvimento e presam pela qualidade da vida dos colaboradores. Em consequência disso, a produtividade é maior.
A realidade é, se sua taxa de rotatividade é baixa e a produtividade é alta, você com certeza está no caminho certo. Essa taxa pode ser acompanhada por meio de planilhas ou arquivos.
Honorários advocatícios
Ainda relacionado a produtividade, o cálculo de honorários é atividade já costumeira nos escritórios de advocacia. Esse cálculo, além de permitir acompanhar o faturamento do escritório, contribui para remunerações justas a seus advogados.
Uma remuneração justa também faz parte dos incentivos aos advogados do seu escritório. Ou seja, esse ponto pode ser também um motivo para que o colaborador produza mais e melhor.
Você pode fazer o controle de honorários também por meio de planilhas ou softwares jurídicos, que contam com os relatórios das atividades dos colaboradores.
É muito importante ter o controle do tempo gasto nas atividades, afinal, tempo é dinheiro, e saber disso pode trazer muitos resultados para o escritório.
Planilha jurídica ou software jurídico para acompanhamento de métricas na advocacia
Bom, como você pode observar, existem diversas métricas na advocacia e diversas maneiras de acompanhá-las. É importante utilizar, então, uma ferramenta de gestão para acompanhamento dessas métricas.
Aí surge a dúvida, o que é melhor para acompanhar as métricas do meu escritório? A escolha da maneira ideal de acompanhamento de métricas vai depender dos seus objetivos e de quais métricas você está acompanhando.
Vejamos então duas dessas ferramentas que podem auxiliar na metrificação dos dados e as diferenças entre eles.
Planilha Jurídica
A planilha jurídica é uma ferramenta excelente para acompanhamento de métricas. Além de ser fácil de atualizar e visualizar as informações, ela tem a vantagem de ser gratuita.
Além disso, você pode armazenar planilhas diretamente no seu computador ou em ferramentas como o Google Drive do G Suite. É possível ainda utilizar um material já pronto. Aqui no SAJ ADV, em Junho lançamos uma planilha de acompanhamento de métricas, que você pode utilizar.
O lado negativo, no entanto, é o risco de perder informações, caso uma linha seja excluída, por exemplo. Além disso, com uma planilha não é possível acompanhar mais de uma métrica num mesmo lugar. Ou seja, são necessárias várias planilhas para diferentes métricas e para gestão do escritório.
Software jurídico
A maior vantagem, além da segurança por conta do armazenamento em nuvem, é a possibilidade de acompanhar as métricas por meio de relatórios e ainda gerir o escritório no mesmo ambiente.
Em softwares jurídicos, como o SAJ ADV, você acompanha, além das atividades de todos os colaboradores do escritório, todos os processos, andamentos e intimações.
Além disso, no próprio software é possível fazer controle financeiro das receitas e despesas, o que te permite um controle financeiro mais eficiente. Também, seus colaboradores conseguem se organizar melhor, além de aumentar a produtividade, devido as atividades que se tornam mais simples de executar.
A desvantagem é que, apesar de a maioria do softwares possuírem versões gratuitas, ela não atende todas as demandas de alguns escritórios com demandas mais altas. O que torna necessário obter um plano pago do sistema para utilizar certas funcionalidades.
Métricas na advocacia
Em resumo, as métricas na advocacia são importantes para analisar a excelência do seu escritório. Isto é, o quanto ele consegue atender as demandas dos clientes e dos colaboradores, e ao mesmo tempo o quanto o seu escritório tem potencial de crescimento.
Quer ficar por dentro de todas as novidades sobre gestão na advocacia? Faça seu cadastro e receba os materiais exclusivos do SAJ ADV em seu email.
Automóvel blindado que não recebeu a autorização do Exército tem até o dia 18 de outubro para regularizar a situação. O prazo foi estabelecido no artigo 67 da Portaria nº 94-COLOG, de 16 de agosto de 2019.
De acordo com a Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin), proprietários de veículos blindados comprados há mais de dois anos devem verificar se no Certificado de Registro de Licenciamento do Veículo (CRLV) consta a observação “blindagem”.
Em caso negativo, é preciso procurar o Exército para regularizar a situação, sob pena de apreensão do veículo e também dificuldade em realizar uma futura transferência de propriedade. Haverá também impedimento de qualquer procedimento junto ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran).
Para efetuar a regularização, o proprietário deve agendar perícia em uma empresa blindadora ou assistência técnica que tenha Certificado de Registro no Exército. Não precisa ser a mesma que blindou o veículo.
Análise do veículo blindado
A empresa deverá realizar uma avaliação técnica de todos os materiais balísticos aplicados no veículo e elaborar um laudo de inspeção.
O laudo é o documento exigido pelo Exército, para que o automóvel seja registrado no Sistema de Controle de Veículos Automotores Blindados e Blindagens Balísticas (Sicovab). O Ministério da Defesa então irá gerar a declaração de blindagem, documento a ser apresentado no Detran.
Segundo a Abrablin, somente após esse procedimento é permitida a troca do CRLV. Nele, deve constar no campo de observação a frase “Veículo Modificado Blindagem”, uma exigência prevista na Resolução nº 292 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 29 de agosto de 2008.
“É um procedimento de baixa complexidade e que, se feito a tempo, evitará futuras dores de cabeça ao proprietário”, salienta Andreia Canassa, do comitê de comunicação da Abrablin e consultora da Proacta Assessoria Documental.
A última etapa consiste em levar o veículo até uma oficina credenciada do Detran, onde receberá vistoria do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) para obtenção da regularização definitiva. No site da Abrablin (www.abrablin.com.br) há uma relação de empresas autorizadas pelo Exército para fazer a vistoria.
Preços e prazos
“O tempo de análise pelo Exército varia conforme o Estado. No Rio de Janeiro, por exemplo, a espera pode passar de um mês, enquanto em São Paulo as análises e a emissão de Autorizações e Declarações de Blindagem saem com um ou dois dias úteis”, afirma Andreia.
Na Soma Blindados, segundo o diretor Sandro Giaffone, o preço, que engloba vistoria e laudos, custa cerca de R$ 3.800, e o procedimento leva de três a cinco dias.
O mercado de blindagem cresceu bastante no Brasil a partir de meados da década de 1990. Hoje, o País possui mais de 200 mil carros blindados, a maior frota do gênero do mundo, segundo a Abrablin. E o País registra 20 mil novas blindagens todos os anos, informa a entidade.
Fiscalização
Somente nos últimos dez anos o controle da blindagem passou a ser mais rigoroso na parte documental e na fiscalização das instalações de blindadoras. A maior dificuldade estava na informatização dos processos.
A Abrablin informa que a primeira norma do Exército tratando de veículo blindado surgiu em 2002. Tratava-se da Portaria 13-DLOG, de 19 de agosto de 2002, conhecida como Norblind. Na época, o controle e a autorização eram feitos integralmente por meio de papel.
Em 2011, surgiu o primeiro sistema informatizado para controle das blindagens, mas apenas em 2015 o processo passou a ser 100% eletrônico.
Em 2017, foi concedido prazo de um ano para que os proprietários de blindados fizessem a regularização junto ao Exército. Antes, por deficiência no controle ou por desconhecimento das blindadoras, muitos desses serviços eram realizados sem as formalidades necessárias para regularização. Depois disso, o prazo foi novamente mudado. E a data final está chegando outra vez.
MAIOR PROCURA É PELOS SUVS
No Brasil, para ter um blindado de porte médio gasta-se em torno de R$ 65 mil. Entre os modelos mais blindados estão SUVs como Jeep Compass, Volkswagen Tiguan e Volvo XC60.
O processo de blindagem emprega aços especiais, vidros e polímeros de alta resistência. No Brasil, os níveis de blindagem seguem a norma de resistência balística NBR 15000, que obedece a padrões internacionais. A classificação leva em consideração o impacto do projétil contra a blindagem, tendo como base o calibre, o tipo de projétil, seu peso, velocidade média e quantidade de disparos feita durante os testes de homologação. Os níveis são divididos em uso permitido, restrito e proibido, de acordo com o poder de retenção das balas, e são determinados pelo Exército.
Nível III-A
O maior nível permitido no País (e o mais utilizado) é o III-A; Suporta até disparos de pistolas 9 mm e revólveres 44 Magnum.
A blindagem nível I resiste a disparos de calibre .38 ou .22. No caso da nível II-A, a blindagem suporta disparos de .357 Magnum e 9 mm. A nível II resiste aos mesmos projéteis, mas a uma velocidade maior (disparo a uma menor distância).
Há também a blindagem nível III, mas seu uso é restrito no Brasil. Assim como as demais, requer autorização do Exército. Ela resiste a disparos de fuzil, com calibre 7.62 ou 5.56. Resistente até a disparos de metralhadoras M60, com munição calibre .30, a nível IV é de uso exclusivo das Forças Armadas e chefes de Estado no País.
Blindar um veículo não é tarefa fácil. O serviço pode durar vários dias, dependendo do carro e da empresa. O modelo é totalmente desmontado e, então, é feita a aplicação dos materiais, como mantas de aramida e aços. Por fim, são colocados os vidros e os acabamentos. Até os pneus recebem cintas de aço ou de polímeros especiais. Caso ele seja atingido por um tiro, permite que o automóvel continue rodando.
Por causa do peso extra, o consumo de combustível tende a aumentar. Outra característica é que se deve evitar abrir e fechar os vidros com frequência, sob pena de comprometer o mecanismo.
CHINESES FORAM OS PRECURSORES
Estima-se que os chineses foram os primeiros a utilizar chapas de metal para reforçar seus navios de guerra. Mais tarde, Leonardo da Vinci criou o precursor dos atuais tanques de guerra. O blindado tinha estrutura recoberta de metal.
Já no século XX, em 8 de dezembro de 1941, o presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt foi ao Congresso declarar guerra aos países do Eixo em um Cadillac 1931 blindado. O carro havia pertencido a AlCapone, preso por evasão fiscal.
No Brasil, os primeiros blindados para uso civil surgiram nos anos 1950. Eram feitos pela Massari, uma empresa transportadora de valores. Em 1990, havia no País ao menos outras três grandes empresas: Inbra, G5 e O’Gara. Elas faziam menos de 30 adaptações por mês.
Inscreva-se no canal do Jornal do Carro no YouTube
Veja vídeos de testes de carros e motos, lançamentos, panoramas, análises, entrevistas e o que acontece no mundo automotivo em outros países!
Já era de se esperar que o novo Rolls-Royce Ghost traria ao clássico e luxuoso design aliado a novas tecnologias semiautônomas. De fato, a Rolls-Royce trouxe mudanças na troca de gerações, mas a identidade clássica permaneceu. O que também foi mantido foram os guarda-chuvas nas portas traseiras e o distintivo Spirit of Ecstasy, sobre o capô. Por US$ 332.500, cerca de R$ 1,8 milhão na conversão direta, sem impostos, é possível adquirir essa exclusiva máquina britânica.
A grande mudança do sedã de maior sucesso da montadora está na nova plataforma. A Rolls-Royce deixou de lado a plataforma compartilhada com a BMW, na qual o antigo Série 7 era produzido, e passou a utilizar a mesma plataforma do Cullinan e Phantom. Segundo a britânica, a troca traz uma maior exclusividade e conforto.
Outra novidade é a suspensão “Planar System”. Inspirada pelo formato de um avião, tem sistema adaptativo que “lê” a via por meio de uma câmera associada a um sistema GPS. Assim, ela prepara a suspensão antes de subidas, descidas ou mesmo buracos e piso ruim, para entregar o melhor conforto possível aos ocupantes. O sistema de GPS ajuda ainda a selecionar a melhor marcha percebendo, além da inclinação, a chegada de curvas no trajeto.
O isolamento acústico do Ghost é outro ponto que impressiona. Seguindo seu irmão maior Phantom, o sedã dispõe de um enorme aparato para deixar o ronco do motor fora da cabine. Foram mais de 100 kg de material aplicado para absorção do som no teto, porta-malas, porta e janelas – que têm camadas duplas de vidros. Até as rodas foram equipadas com espumas de isolamento acústico.
O motor do sedã continua na configuração V12 e biturbo, mas com 6,75 litros ante os 6,6 l do anterior. Ele desenvolve 571 cv e 86,7 kgfm de torque. A tração é integral e o câmbio é automático de 8 marchas. O modelo pode acelerar de 0 a 100 km/h em 4,6 segundos e sua velocidade máxima é de 250 km/h.
ROLLS-ROYCE
Ghost: dimensões e acabamento
Sobre seus 3,29 metros de entre-eixos, o interior do sedã adota um design mais minimalista, mas ainda sim suntuoso. As portas com fechamento automático, já conhecidas desde a última geração, agora funcionam com um puxão na maçaneta interna para abrir e um toque na maçaneta externa para fechar.
Tradicional da montadora, o painel de instrumentos continua analógico, assim como os botões reguladores do ar-condicionado. Fica claro que os designers do Ghost optaram por dar ênfase ao acabamento e os pequenos detalhes do interior do carro. Para ornar com o teto estrelado, ao ligar o carro, o painel na cor piano black ilumina-se de pontos brancos, como estrelas, junto a inscrição “Ghost” no centro.
Na parte externa, a dianteira apresenta um desenho mais suave e menos quadrado. O conjunto de 20 luzes de LED iluminam a nova grade, um pouco menor. Já os novos faróis são de laser. Na parte traseira, o teto tem um caimento mais suave e curvilíneo.
Inscreva-se no canal do Jornal do Carro no YouTube
Veja vídeos de testes de carros e motos, lançamentos, panoramas, análises, entrevistas e o que acontece no mundo automotivo em outros países!
A Rolls-Royce aproveitou a chegada do Ghost para divulgar também seu novo logotipo. A empresa aposta também em novas cores: roxo e dourado (Purple Spirit e Rose Gold). Segundo o comunicado, eles visam transmitir sensação de “realeza e prosperidade”. A marca afirma ainda que as mudanças têm como objetivo deixar a empresa mais atraente para clientes mais ousados e com visão de futuro.
Com esse novo rumo, a britânica espera diminuir significativamente a idade de sua clientela para 43 anos. Hoje, ela está em mais de 60. O monograma com dois ‘R’ sobrepostos permanece o mesmo, porém, com pegada mais moderna e relevo mais plano. Aquela moldura que envolvia o conjunto também foi abandonada pela nova Rolls-Royce.