A Hyundai divulgou as primeiras imagens oficiais do Tucson 2021, que está muito próximo de estrear — a apresentação mundial será no dia 15 de setembro. O vídeo de 20 segundos mostra a quarta geração do SUV ainda sombreado, sem revelar muitos detalhes da carroceria. Porém, é possível ver que o design do utilitário da marca sul-coreana vai mudar radicalmente por fora.
Quem achou o estilo do novo Creta exótico, prepare-se para ver um novo Tucson ainda mais excêntrico. A dianteira traz faróis de LED totalmente integrados à enorme grade, com luzes “pontilhadas” que formam o desenho do conjunto. Segundo a Hyundai, esses pontos triangulares de LEDs nos faróis lembram joias, o que deixará o visual do modelo mais sofisticado.
O filme também mostra a traseira do Tucson 2021 igualmente acentuada pelos LEDs do conjunto ótico. Tal como no Creta, as luzes são separadas e formam traços. Uma barra luminosa percorre a tampa traseira e conecta as lanternas de estilo aparentemente dentado. Outro detalhe interessante do design está no contorno prateado no teto. O friso preenche a coluna traseira e simula um estilo cupê.
O interior do novo Tucson 2021 segue guardado a sete chaves. Entretanto, um sketch divulgado pela Hyundai indica que o utilitário terá cabine para lá de moderna, com design limpo e poucos botões. Estão previstas duas grandes telas coloridas de alta definição, uma atrás do volante para o quadro de instrumentos e outra sensível ao toque da multimídia, em formato vertical e posicionada ao centro.
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As vendas do novo Tucson começam no fim deste ano nos Estados Unidos e na Coreia do Sul, terra natal da montadora, e a partir de 2021 na maioria dos mercados globais. Por ora, a marca não divulgou dados técnicos. Sabe-se apenas que o SUV traz uma nova plataforma maior e mais leve que a atual. Sob o capô, é possível que a Hyundai mantenha o atual 2.5 a gasolina em versões aspirada e turbo.
No Brasil, o novo Tucson deve ficar para 2022. Isso porque o modelo atual, chamado de New Tucson, sequer recebeu o último facelift promovido no exterior. Lançado no fim de 2016, o SUV é produzido pela Hyundai-Caoa em Anápolis (GO) e convive com a segunda geração, o ix35 (seu nome sul-coreano).
HYUNDAI
Confira o vídeo com o teaser do Hyundai Tucson 2021:
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A preparadora estadunidense Hennessey levou a sério a palavra truck, que em inglês significa caminhão, mas é usada também para designar as picapes maiores. A empresa anunciou a criação de uma versão com três eixos e seis rodas da caminhonete RAM 1.500 TRX 2021. O nome é tão sugestivo quanto apropriado: Mammoth (mamute, em uma tradução livre).
Na verdade, trata-se de uma referência não apenas ao tamanho da picape, mas também ao motor. A unidade original, V8 de 6,2 litros com compressor, será substituída por outra de 7 litros, com igual arquitetura. A Hennessey afirma que a potência alcançará nada menos que 1.200 cv!
Apenas três unidades da caminhonete, batizada de Mammoth, serão fabricadas
Apenas três unidades da superpicape Mammoth serão feitas pela Hennessey. A empresa começa a receber os pedidos justamente hoje (4), de modo que os interessados devem se apressar. Além disso, convém começar a movimentar as finanças, pois cada exemplar custará US$ 500 mil, valor que equivale a aproximadamente R$ 2,67 milhões.
RAM 1.500 TRX não é a primeira picape a ganhar 6 rodas pelas mãos da Hannessey
Caso as características da Mammoth não tenham sido suficientes para convencer os potenciais compradores, ainda há mais um argumento: a Hennessey tem experiência em criar versões de seis rodas de picapes.
Antes de usar a RAM 1.500 TRX como base, a preparadora fez outras transformações semelhantes com caminhonetes Ford e GM. Esses modelos foram batizados, respectivamente, de VelociRaptor 6×6 e Goliath 6×6. Pelo visto, a empresa é tão criativa com nomes quanto com projetos.
A Ferrari deu um importante passo no projeto do Purosangue, seu primeiro SUV. Um porta-voz da marca italiana confirmou o encerramento da produção do cupê de duas portas e quatro lugares GTC4Lusso. O fim do modelo lançado em 2016 abre espaço na fábrica de Maranello, na Itália, para a montagem do utilitário-esportivo.
Nos últimos meses, o GTC4Lusso vem servindo de “mula” para os primeiros testes de rua do Purosangue. Isso foi possível porque o superesportivo tem a mesma configuração de chassi prevista para o utilitário. Isso inclui o motor central-dianteiro e os quatro assentos (formato 2+2). O nome Purosangue, inclusive, foi confirmado pelo CEO da companhia, Louis Camilleri, em uma apresentação sobre os planos da Ferrari.
A gama de motores do GTC4 Lusso segue a receita que também deve equipar o crossover. A versão base do quatro lugares com tração traseira traz um V8 biturbo com 610 cv e 77,3 kgfm. A outra opção adota um 6.3 V12 aspirado de 690 cv e 71 kgfm. O câmbio é um automatizado de dupla embreagem e sete marchas com tração integral. Esta última faz o zero a 100 km/h em 3,4 segundos.
Previsto para estrear entre o fim de 2021 e o início de 2022, o SUV da Ferrari também deverá oferecer opção híbrida. O modelo vai concorrer diretamente com Lamborghini Urus, Maserati Levante e Porsche Cayenne Coupé e, segundo executivos da marca, não decepcionará os fãs mais puristas.
Apesar disso, a empresa e os executivos refutam o termo “SUV” para se referir ao Purosangue. As informações iniciais dão conta de que o novo SUV da Ferrari não será tão versátil quanto um Lamborghini Urus (e sua base de Audi Q8), mas conseguirá levar quatro passageiros e suas bagagens confortavelmente.
Veio na versão mais chique, a Premier, com os mesmos avanços eletrônicos da picape, como por exemplo o moderno sistema de alerta de obstáculos à frente com frenagem automática.
Motor 2.8 turbodiesel de 200 cavalos, acoplado a um câmbio automático de seis marchas e tração 4×4.
O interior tem a sofisticação de um automóvel, com uma central multimídia de 8’’ e Wi-Fi nativo. O preço de lançamento do novo Chevrolet Trailblazer é de R$ 269,8 mil.
Sabe quem mais gosta do inverno, além de fábrica de roupa de lã, cobertor ou conhaque? É loja de bateria de carro. Pois é nos dias mais frios que elas adoram arriar e te deixar na mão.
Primeiro, porque a energia elétrica da bateria vem de uma reação química que é mais difícil de ser feita nas temperaturas mais baixas.
Porque o motor do carro se torna mais difícil de girar de manhã para pegar e exige mais da bateria – que já está fraca. É nessa hora que vale a pena ter uma pequena, pequena mesmo, bateria portátil; pouco maior que essas portáteis para recarregar telefone celular.
Aliás, elas carregam também aparelhos eletrônicos como celulares, pois têm entrada USB. São acopladas à bateria do carro e capazes de virar o motor diversas vezes.
Andar com uma bateria portátil dentro do seu carro pode evitar que você tenha dor de cabeça! (Foto: Shutterstock)
A Mercedes-Benz revelou mundialmente, nesta quarta-feira (2), a nova geração do Classe S, o seu tradicional sedã topo de linha. O modelo é sempre o primeiro a receber as novidades tecnológicas da marca. Contudo, nesta sétima geração, o Classe S atinge o seu ápice no quesito. São muitos recursos de última geração que irão impressionar clientes e até mesmo rivais.
Grande parte das tecnologias está na suntuosa cabine. É o caso da central multimídia de 12,8 polegadas sensível ao toque e permite comandar praticamente todos os sistemas de conveniência do carro. Entre os itens possíveis vão dos massageadores dos bancos ao ar-condicionado. Com disposição vertical e separada do cluster de instrumentos, a tela eliminou 27 botões e pode ser operada por voz pela assistente virtual MBUX. Ela “fala” 27 idiomas e é capaz de aprender até a pronúncia do usuário.
Ao todo, são cinco telas de alta definição no interior do novo Classe S. Três delas estão no banco traseiro, onde normalmente viajam os proprietários. A bordo, chama a atenção o inovador sistema de luzes com 250 LEDs que formam um feixe contínuo que percorre a cabine e se comunica com os passageiros.
O monitor de ponto cego, por exemplo, pode alterar a cor de iluminação de um dos lados para alertar o condutor sobre a proximidade de outro veículo. Outro item inovador do novo Classe S é o Head-Up Display com realidade aumentada. O recurso projeta informações tridimensionais no para-brisa, como os mapas do navegador GPS, facilitando a leitura dos dados pelo motorista e tornando a condução ainda mais interativa.
MERCEDES-BENZ
Evolução
A montadora define o novo Classe S como “a limusine de luxo mais ágil e centrada na experiência do condutor já vista na categoria”. É bem provável que a afirmação seja verdadeira, já que o modelo de luxo evoluiu em todos os aspectos e apresenta agora um dos menores coeficientes de arrasto (Cx) da atualidade: apenas 0,22. Além de cortar mais facilmente o ar, o sedã vibra e consome menos.
Esse resultado vem da nova plataforma, que foi coloca à prova por incontáveis horas em túneis de vento, e também das inéditas maçanetas retráteis, que emergem das portas para dar acesso à cabine e depois se recolhem, mesma solução vista no inglês Range Rover Velar.
A nova arquitetura ampliou as já generosas dimensões do Classe S: são 5,28 metros de comprimento (+3,3 cm) por 1,95 m de largura (+5 cm), e 3,22 m de entre-eixos (+5 cm). Apenas a altura se manteve em 1,50 metro. Mas o condutor não deverá encontrar dificuldade para manobrar, já que o sedã possui sistema de esterçamento das rodas traseiras que reduz o diâmetro de giro.
O design era um ponto muito criticado no modelo anterior e finalmente exibe traços próprios que o distinguem dos irmãos menores (Classes C e E). A dianteira mantém o padrão de estilo elegante da marca, com faróis full-LED inteligentes de aspecto tridimensional. A mudança mais impactante está na traseira, que adota lanternas horizontais e pontiagudas, também com iluminação full-LED.
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Na mecânica, a Mercedes vai oferecer o novo Classe S de início apenas com o sistema híbrido leve (Mild Hybrid). Chamada de EQ Boost, a tecnologia ― já presente em outros modelos, como o Classe C ― incluí uma bateria de 48V que armazena a energia das desacelerações e um motor elétrico que funciona como alternador e fornece 21 cv e 25,4 kgfm de torque extras por alguns instantes nas acelerações.
O sistema EQ Boost equipa os dois motores que serão oferecidos no lançamento. A versão de base traz o 3.0 turbo de seis cilindros em linha com 435 cv e 53 kgfm. A de topo usa o V8 4.0 biturbo de 503 cv e 71,3 kgfm. Ambos são acoplados ao câmbio automático 9G-TRONIC de 9 marchas e a tração é integral 4MATIC.
Uma versão híbrida do tipo plug-in, que pode ser recarregada na tomada, é esperada para os próximos meses, com expressiva autonomia de 100 km em modo puramente elétrico.
MERCEDES-BENZ
Segurança e equipamentos
Na segurança, o novo Classe S revoluciona como o primeiro automóvel equipado com air bags traseiros que se deflagram a partir dos apoios de cabeça dos bancos dianteiros. As bolsas infláveis possuem formato diferente para proteger todos os tipos de ocupantes (desde bebês a adultos).
Outra novidade é a telemática aplicada aos sistemas de condução semiautônoma: o sedã é capaz de frear sozinho antes de curvas e rotatórias a partir da leitura do GPS, e receber informações de outros veículos, alertando sobre acidentes na via. Em casos extremos, os vários sistemas de segurança ativa preparam todo o veículo para o impacto, para mitigar os danos.
As vendas do novo Classe S na Europa começam neste ano, chegando a outros mercados em 2021. Com a forte recessão econômica causada pela pandemia do novo coronavírus, é possível que o modelo desembarque por aqui somente no 2ª semestre, sob encomenda e na versão com o entre-eixos alongado, tal como foi vendido nos últimos anos. Sorte dos motoristas particulares.